| Os
Great Lesbian Show formaram-se em Lisboa, em 1992. Ensaiavam quando podiam
na mítica Senófila, faziam canções que não
iam de encontro ao que estava na moda, davam concertos quando aparecia
uma oportunidade para tal.
Lentamente, o nome do grupo começa a ser falado no meio alternativo;
o Público dá-lhes uma capa num dossier “Novas Bandas”
do seu suplemento “Pop Rock”, sai músico, entra músico,
o Blitz faz alguns artigos sobre a banda, há críticas de
concertos e até uma capa.
O grupo faz alguns demos que circulam por alguns programas de rádio.
Sai músico, entra músico. Gravação de quatro
temas cujo destino seria um single, caso a master não tivesse sido
roubada. Gravações no “estúdio” de um
amigo, as coisas demoram e demoram. Estamos em 1998 e a banda suspende
actividades.
2001: vamos lá outra vez: (reparam no duplo uso dos : ?) havia
umas gravações que tinham ficado a meio e que se achou por
bem abandonar. Temas novos e estúdio de novo. Gravação
do que seria o primeiro disco da banda, Psykitsch kaleidoscope, produção
DIY, sem editora que lhe pegue. Sai músico, entra músico.
Há uma distribuidora – Sabotage – que pega no disco.
2004: disco nas lojas, concertos, concertos.
Verão de 2006: demo com seis temas novos e a casa mãe da
Sabotage, a Zounds Records, a querer editar o novo disco. Não sai
músico nem entra músico. Verão de 2007: gravação
do novo disco com Jorge Ferraz na produção.
Junho de 2008: edição de "you’re not human tonight".
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